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Wednesday, April 23, 2008

Reminiscências

Sábado, dia 19 de abril. Nove dias após ter completado 22 anos, aconteceu um fato curioso. Revi minha professora do jardim da infância. Ela continuava a mesma, com seus cabelos grisalhos agora um pouco mais grisalhos. 17 anos se passaram desde que nos conhecemos.
Ela não se lembrava de mim e, suspeito, que também não se lembrava da minha mãe, embora esta tagarelasse sem parar como se a época em que trocavam assuntos não fosse há quase duas décadas atrás.
Eu também não me lembraria dela, caso a trombasse na rua. Talvez tivesse uma vaga sensação de familiaridade. Não teria certeza, no entanto. Sua imagem em minha mente já era distorcida, seu rosto, nublado.
Engraçado essas coisas. Pelo menos pra mim é.
Outra coisa que me deu saudades da infância foi um Quiz sobre o Monteiro Lobato. Sim eu gostava de Lobato e sim eu gosto de responder quiz! Havia uma pergunta lá sobre como e quando a Emília aprendera a falar. E o Reino das Águas Claras se formou imediatamente em minha mente. Essas coisas eu não esqueço!
Engraçado!

Confiança

Pessoas que nos dão toda a sua confiança acreditam, com isso, ter direito à nossa. É um erro de raciocínio; dádivas não conferem direitos – Friedrich Nietzsche.

Talvez seja por isso que eu me ferro. E por isso que eu me apego demais às pessoas.
Acho que vou adotar um cachorro.

Thursday, October 25, 2007

Centenários

O centenário da imigração japonesa acontecerá em Junho do ano que vem, mas eu não poderia deixar passar em branco o meu post de número 100.
Em 1908, no porto de Santos, desembarcaram os japoneses do navio Kasato Maru. Eles tinham sonhos (na verdade, ilusões) de uma vida melhor. Cem anos depois, somos nós, brasileiros, que viajamos quilômentros e quilômetros - bem mais rápido, diga-se de passagem - com esperança e coragem no fundo de nossas malas para encarar um cenário, uma língua, um povo totalmente diferente com que estamos acostumados.
Cem anos, um século, três gerações, até mais.
Não foi no Kasato Maru. Na verdade, foram algumas décadas depois, mas a minha história - ou pelo menos metade dela - começou com a chegada de dois imigrantes japoneses. Meus avós.
Não conheci meu jiitchan(avô), mas convivi com minha avó até o fim de setembro. Até o fim da sua vida.
Baatchan (avó), por tudo o que eu sou hoje, arigatou gozaimasu...Soshite, sayonara né!


Hisayo Sakomura
1920 - 2007
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Ps: Estou sem net em casa, mas assim que estiver com ela de volta publicarei aqui a foto da minha baatchan.
Ps 2: Correria master, então provavelmente este será mesmo a última atualização até ter meu pc de volta!

Tuesday, October 02, 2007

Pensar em mim!

Ana Carolina - Eu Não Paro
Ana Carolina, Dudu Falcão e Lula Queiroga

Quando eu vou parar e olhar pra mim
Ficar de fora
E olhar por dentro
Se eu não consigo
Organizar minhas idéias
Se eu não posso
Se eu esqueço de mim?
E eu pensei que fosse forte
Mas eu não sou
Quando eu vou parar pra ser feliz
Que horaSe não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Virou o avesso de mim?
Se eu não sei o que é sonhar
Faz tanto tempo
Tanto mar
E o meu lugar
É aqui?
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim

Thursday, September 27, 2007

Sexta é dia de faxina!

Geralmente escolhemos este dia - ou sábado - para arrumarmos a casa.
É o que estou fazendo.
Recolhendo papéis antigos, coisas sem utilidades, apenas um monte de poeira, jogando tudo no lixo.
Sabe aquele objeto que nunca usamos?
Aquela roupa que sempre pensamos que um dia usaremos, mas é mais do que fato que ela não fica bem em você.
Aquele urso de pelúcia que acompanhou todos os seus medos e lágrimas infantis? Que hoje está no fundo do armário, cheio de pó e teias de aranha?
Definitivamente, vão tudo para o lixo.
A página virou.
Já devia ter virado há dois anos.
Por isso, agora é lixo. Por que quando eu precisei, simplesmente fui ignorada.
Odeio falta de consideração.
Um dia jogo tudo no lixo.
Um dia eu aprendo.

Tuesday, August 28, 2007

Sem título

As relações humanas são complicadas, não dá para fazer como nos filmes, separar pessoas boas de pessoas más. Somos todos bons ao mesmo tempo somos todos maus. Acho que a diferença está na intenção de ser isso ou aquilo, quando escolhemos livremente fazer bondade ou maldade. Não me refiro á ações filantrópicas ou assassinatos, mas falo das pequenas atitudes do dia a dia.

Em um dia sou injustiçada, no dia seguinte cometo injustiça. Quem tem o direito de me julgar? E quem sou eu para julgar os outros, mas mesmo assim faço meus julgamentos (errados). Sou humana, mas as pessoas, inclusive eu, já se habituaram a condenar os outros por algumas atitudes sem nem ao menos descobrir os motivos de tais ações. É foda.

Eu erro, e muito, erro sim. Já falei mal de muita gente e mordi a língua, por que posteriormente foi uma dessas pessoas que mais demonstrou alegria por minhas conquistas, mas também já gostei de muita gente e quebrei a cara.

Acho que a minha “intuição feminina” está com defeito. Enfim, não sou boa e nem má intencionalmente. Sou apenas uma pessoa que se confunde e continuará se confundindo na complexidade das pessoas e que muitas vezes age / pensa errado, mas algumas vezes acerta.

Vão me condenar?

Friday, August 24, 2007

Aquarela do Brasil

Abro os olhos e vejo diante de mim uma imensa variedade de cores: amarela, preta, vermelha, branca. Asiáticos, africanos, europeus, americanos. Reunidas, essas cores formam uma aquarela. Do Brasil.
O Brasil possuí um passado repleto de imigrações e isso torna difícil construir uma única identidade cultural. Temos referências de diversas crenças, costumes e hábitos que se misturam e criam uma nova cultura: a do alemão que samba, joga futebol, come sushi e toma chimarrão.
Com tantas variedades, eu me dou o direito de escolher e me aprofundar em uma cultura. Por isso me vejo como japonesa, apesar de ser mestiça. É uma cultura que me fascina e, por não ter sido imposta á minha educação quando criança, eu procuro conhecer um pouco mais sobre ela todos os dias.
Conflito de identidade? Não vejo assim. O nosso passado nos permite isso. E não renego o meu país. Sou uma cor do Brasil, sou amarela. Sou uma japonesa do Brasil.
A sociedade vê a mulher japonesa como pequena e submissa, ainda dependente dos homens, em uma vida apagada. Acredito que me vejam assim também.
No entanto a realidade é diferente, basta olhar para a moda japonesa. Hoje em dia é fácil encontrar jovens andando com mini-saias e de cabelos coloridos andando pelas ruas de Tóquio. Uma mudança significativa que mostra que as japonesas são determinadas, de personalidade própria e criativa. Mostra que elas não são tão pequenas assim, não levam uma vida em preto e branco, pelo contrário. Elas são coloridas.
É dessa maneira que eu gostaria de ser vista.
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Texo elaborado para a aula de Jornalismo Social e Comunitário, respondendo como eu me vejo, como a mídia/sociedade me vê e como gostaria que me vissem.
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Friday, July 27, 2007

Filantropia??

Anônimo continua deixando dinheiro nas repartições
Polícia revelou que mais dez envelopes com ¥ 10 mil cada foram encontrados em banheiros do governo

O mistério da distribuição de dinheiro nas repartições públicas do Japão parece continuar cada vez maior, apesar do empenho da polícia em descobrir quem é o doador anônimo. Mais dez envelopes contendo cada um uma nota de ¥ 10 mil foram deixados no banheiro de um órgão do governo de Hokkaido, no mesmo dia em que envelopes similares foram achados no Sapporo Municipal Government Hall.

Leia na íntegra.

Notas de ¥ 10 “caem” do céu na capital do Japão
Noventa e seis cédulas de ¥ 10 mil foram espalhadas de um prédio residencial em Tokyo

Um total de 96 cédulas de ¥ 10 mil foram espalhadas de um edifício residencial de nove andares de Taito (Tokyo). Investigadores da Polícia Metropolitana de Tokyo bateram nos apartamentos mas todos responderam "não saber" do incidente. Até agora ninguém se pronunciou para reclamar o dinheiro.

Leia na íntegra.

Fonte: http://www.ipcdigital.com/

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E ainda me perguntam por que eu gostaria de morar no Japão!

Obs: 10 mil yens = por volta de R$ 160 reais, se eu fiz a conversão certa no site:
http://www.financeone.com.br/exec.php

Thursday, July 26, 2007

Contorcionismo!

Descobri que, quando nos tornamos adultos aprendemos, entre muitas outras, a arte do contorcionismo. Uma simples ida ao cinema com as amigas se torna mais complicado do que colocar o pé atrás da nuca...
- Eu só posso na segunda, quarta ou sexta!
- Terça eu tenho prova!
- Quinta não rola!!
- Ih...Mas na quarta eu tenho reposição do nihongô!
Antes era tão simples...
- Vamos ao cinema?
- Vamos! Quando e que horas?
- Quarta, por que paga menos, ás 16h!
- Fechou!
Faz sentido encontrar uma pessoa que mora no seu prédio uma vez por semana ou a cada quinze dias?? Faz sentido falar com ela somente pelo telefone ou pela Internet??
Pra mim não faz.
Sinto falta de quando encontrava a Marina e a Bruna todos os dias ás 7h e ficávamos juntas até meio dia, ás vezes durante à tarde também.
E o que dizer da Vanessa e da Cynthia?? Sumidas!! Sem contar os rolos...Por que as coisas têm que ser mais complicadas quanto mais velhos ficamos?
Eu nunca quis ser ginasta...Mas ando fazendo muito malabarismo tentando manter as coisas como sempre foram.
É o mínimo.
Só sei que desse jeito 13 homens vão ficar para depois...[Uiii!]
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Ás vezes eu penso o quão clichê são esses tipos de reflexão, mas não posso fugir delas, por que, se são clichês, é por que acontece com todo mundo. E (in) felizmente, eu também passo por elas.
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Texto escrito em 3 de julho.
E ainda não fomos ver 13 homens...
Complicated...

Saturday, June 23, 2007

Daijobu desu ka (Tudo bem??)

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Eu não estou bem...Por maioria de votos!

Essa semana, minha chefe disse várias vezes que eu ando quieta.
No nihongô (japonês), meus amigos me disseram que há muito tempo, acho que um mês, eu ando com uma expressão preocupada. Perguntaram-me se estou bem.
Eu estou...?
Como é que podemos expressar um sentimento que não sentimos? Eu achei que estivesse bem, mas meu sorriso não demonstra isso pelo visto.
Por que será?
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Thursday, May 17, 2007

Ousadia!

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Ousadia.
Ontem me disseram que eu preciso ser mais ousada.
Hoje a minha chefinha me disse que eu preciso ser mais ousada.
Isso me preocupa. Como ser mais ousada?
Alguém aí já reparou que sou...Tímida?
O bom é que minha chefinha não estava se referindo ao trampo, logo, meu estágio está seguro. [Ou não! O contrato acaba em agosto!]
O ruim é que ela disse que eu preciso ser mais ousada justamente em um assunto que eu não tenho a mínima idéia de como ser ousada.
Ela respondeu:
- As mulheres são ardilosas por natureza, você vai descobrir como ser mais ousada!
Não exatamente com essas palavras, mas o recado era esse.
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Tokorodê...[Mudando de assunto, em japonês, palavrinha nova que eu descobri no blog da minha xará, o ‘Meu Japão é assim’]

O dólar fechou abaixo de R$2,00.
Isso é bom??
Isso é ruim??
Não sei, não consigo entender economia. A única coisa que entendo é que, dessa maneira, meu irmão vai demorar mais do que previa para voltar...

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Tokorodê...

Harry Potter vai estreiar primeiro no Japão.
Dia 27 de junho.
...Quero ir pro Japão!
Acabaram com o cabelo do Daniel Radcliffe!
Olhem só --------------------->
Ousado né?
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Quero as férias.

Thursday, April 26, 2007

Palavras, words, kotoba! - Parte II

A palavra é a principal arma do jornalista ou de qualquer comunicador, tanto escrita quanto falada. Dependendo do contexto, pode ser uma flor ou uma pedra. Pode gerar a guerra, mas também pode resolver conflitos.
É uma faca de dois gumes e tem um imenso poder. Pessoas se magoam, pessoas ficam contentes. Serve para expressar felicidade, mas também são como a lâmina de uma katana (espada japonesa), pode cortar a alma de quem a ouve ou lê.
A palavra é uma grande dicotomia! Consegue manifestar o amor e o ódio!
É preciso tomar cuidado com o que se diz, pois as palavras não são levadas pelo vento (Sim, isso foi uma intertextualidade ou pelo menos uma tentativa de, com o título do blog da Elisa! =D), elas ficam cravadas nos corações das pessoas. Tanto as palavras boas, quanto as palavras más.
No entanto, a falta de palavras também machuca.
O silêncio tortura, nem sempre quem cala, consente.
O ser calado se torna misterioso, um enigma, pontos de interrogações circulando à sua volta...
E eu não sou nem um pouco boa com adivinhações!
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Engenheiros do Hawaii - Até Quando Você Vai Ficar

Tuas palavras
Como um espelho
Cristais de visão
Me refletem
Se quebram
Cortam a respiração
Tuas palavras
Duras palavras
Como uma prisão
Me deixam de fora
Fora de circulação

Tuas palavras... duras palavras
Um espelho... uma explosão
Tuas palavras... duras palavras
Um prisioneiro... uma prisão
Sou dado a sonhos
Como um dado em tuas mãos
Entregue a vícios e crenças
Às vezes rolo pelo chão
Me achas lento
Quando atravesso a escuridão
Por um momento eu me sinto
Como um dardo em tuas mãos

Tuas palavras... duras palavras
Das alturas ao chão
Tuas palavras... duras palavras
Um espelho... uma prisão

Até quando você vai ficar fazendo o que quer comigo?
Até quando você vai ficar sem saber o que quer de
mim?
Até quando você vai ficar...

Sem saber o que quer fazer?
Sem saber o que quer?
Sem saber o que?

Palavras - Titãs

Titãs - Palavras Sérgio Britto E Marcelo Fromer

Palavras não são más
Palavras não são quentes
Palavras são iguais
Sendo diferentes
Palavras não são frias
Palavras não são boas
Os números pra os dias
E os nomes pra as pessoas
Palavras eu preciso
Preciso com urgência
Palavras que se usem
em caso de emergência
Dizer o que se sente
Cumprir uma sentença
Palavras que se diz
Se diz e não se pensa
Palavras não tem cor
Palavras não tem culpa
Palavras de amor
Pra pedir desculpas
Palavras doentias
Páginas rasgadas
Palavras não se curam
Certas ou erradas
Palavras são sombras
As sombras viram jogos
Palavras pra brincar
Brinquedos quebram logo
Palavras pra esquecer
Versos que repito
Palavras pra dizer
De novo o que foi dito
Todas as folhas em branco
Todos os livros fechados
Tudo com todas as letras
Nada de novo debaixo do Sol

Palavras, words, kotoba!

PALAVRA:

do Lat. parabola < Gr. parabolé, alegoria, parábola
s. f.,
som ou conjunto de sons articulados com uma significação;
termo;
vocábulo;
o dom da fala;
elocução;
afirmação;
ensinamento;
doutrina;
promessa verbal;
concessão para falar;
que não escrito.

(Retirado do site: www.priberam.pt)

Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras momentos
Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento
(Luíz Gonzaga - Palavras ao vento)

Monday, April 23, 2007

Oras bolas, sorte no jogo, azar no amor!!

Sábado á noite.
O que fazer?
Ir no showbar? Ir na Hypnos? Ou ir numa balada desconhecida, cheia de gays, de gente mais velha, e de heteros comprometidos??
Para uma solteira como eu, a opção era óbvia!
.
..
...
....
...Só que não me deram opção!!
Não tenho nada contra gays, nada contra casais de namorados, mas eu tenho que priorizar o meu interesse certo?? E numa balada em que metade estava comprometida o que sobra pra mim?? Os velhos!!
Arghhh!
Não, de boa! Pode ser que futuramente eu até chegue a gostar de homens beeemm mais velhos, sempre me ensinaram a não dizer "desta água não bebereis", mas no momento eu ando até com fama de 'papa anjo' por que quase pratiquei pedofilia com um jovenzinho de 18 aninhos...Aham, enfim...Á mim restou ficar olhando um casal de gays se beijando!
Ôôôô inveja! Além de tudo os dois eram bonitos...ai ai! Tem gente que tem sorte né...Não eu, pelo visto, que, além do único ser que vem tocando meus lábios ser uma formiga, tenho que ficar vendo os OUTROS se beijarem...Assim não dá, assim ninguém merece!!
É, por isso que eu tenho que comer o chocolate, oras bolas!
E por falar em bolas...
---> O São Caetano meteu 4 x 1 no São Paulo!! (acho que perdi comentários dos são paulinos agora!)
---> Santos 0 x 0 Bragatino ---> Pelo menos estamos classificados ^-^!

Infelizmente a vida não é feita só de futebol...
Crise á vista??

Ja ne minna-san!
(Tchau pessoal)

Tuesday, April 17, 2007

Reflexões sobre mim mesma!

Uma coisa que eu tenho um medo irracional é de cachorro!

Se estou sozinha e vejo um cão enorme (enorme de acordo com a minha altura, deixo bem claro), com certeza atravesso a rua. Prefiro ser atropelada á levar uma mordida. Pavor, pânico, chamem como quiser, eu não me importo!

Filhote de cachorro, por outro lado, tem um magnetismo que atraí qualquer um, até a mais medrosas das crituras (eu!), acho muito fofoooooo, desde que não lata ou rosne pra mim!

Eu tenho inúmeros casos que talvez justificassem esse meu medo, desde quase um ataque na rua até o fato de ter tido cachorro por apenas uma noite. Mas não é sobre isso que eu quero falar!

Ontem a noite eu brinquei com um cachorro, filhote, mas esse é um mero detalhe. Coisa que eu não faria em outra época - acharia o filhote fofo á distância - e eu não sei se isso é efeito pós-provas (a integrada continua surtindo efeito mesmo quase uma semana depois) ou se de fato eu estou mudando. Pode parecer besteira, mas enfrentar um medo assim não é tão fácil quanto se imagina!

Faz tempo que venho notando minhas mudanças. Ando com mais coragem pra dizer as coisas que penso, pra pessoa certa. No sábado, no bar, reparei que até que consigo puxar papo ou pelo menos continuar os assuntos. Eu me considero uma pessoa ultra tímida-mor. Odeio apresentar trabalhos, eu prefiro me comunicar com muita gente através da escrita e é por essa área que pretendo seguir no jornalismo...

Então pequenas conquistas como essas me deixam bem comigo mesma!

Monday, March 19, 2007

A hora certa...

- Você entenderá, quando chegar a hora!
- Tenha calma, a hora certa vai chegar!
- Você estará preparada na hora certa!
- Isso acontecerá na hora certa!
Será que existe mesmo a hora certa?
A hora certa é de Brasília ou a do Japão?
A hora certa não se atrasa?
E o que fará o atrasado quando a hora certa...Passar?
Por que as coisas acontecem na hora certa? Quem diz que a hora certa é aquela? E por que aquela é a hora certa?
Estou cansada, não gosto de esperar.
Nem mesmo pela hora certa.
Por que, afinal, como saberei que é a hora certa?
Hora certa não passa de desculpa e resignação. Afinal, como é que o indivíduo pode ter culpa se a hora certa não chegou? Eu errei, mas porque não era a hora certa para acertar!
E por que me revoltar por que algo deu errado, se não era a hora certa?
Balance os ombros. Não era a hora certa.

Wednesday, March 14, 2007

Por que eu escolhi jornalismo?

Já escrevi anteriormente sobre a minha relação com o jornalismo em outro post!
Recentemente eu tive que escrever um redação de 20 linhas para tentar uma vaga de estágio na JBC...Quem sabe né?
Resolvi postar aqui a redação:

--->Por que eu escolhi jornalismo?


Eu não escolhi jornalismo por alguma ideologia justa e nobre, como a causa pela qual lutam os “guerreiros do povo”, como muitos jornalistas acreditam ser e alguns realmente o são, para defender os direitos de todos e conseguir mudar a sociedade para melhor. Acredito sim, ser importante focalizar essa profissão para beneficiar e informar á população, mas minha escolha não foi tão romântica.

Desde que aprendi, meu maior passatempo é ler. De gibis á livros eu devorava tudo. Com o tempo minhas leituras amadureceram, mas não consegui deixar os quadrinhos. Até hoje, quando tenho tempo, continuo lendo mangás.

Sempre gostei muito de escrever. Redação era a minha aula preferida e a oportunidade que tinha para deixar minha imaginação fluir. Quando me perguntaram: “O que você quer ser quando crescer?”, a minha resposta foi: “autora”.

Como não havia vestibular para “autora”, tive que escolher outra profissão. Recolhi as características citadas acima e cheguei á palavra jornalismo. Sim, á palavra jornalismo, por que, até entrar na faculdade, eu tinha apenas uma vaga noção do que é essa profissão e do seu poder.

Entendo que o jornalismo é uma importante ferramenta para modificar, ou pelo menos denunciar, o que está errado em nosso país, mas acho que não é apenas isso. Um outro caminho, o qual eu pretendo construir minha carreira, é divulgar a cultura. Por ser descendente, admiro a cultura japonesa e quero focar minha vida profissional á Ásia, particularmente o Japão, visto que no Brasil se concentra a maior comunidade japonesa.

Thursday, February 22, 2007

Sou bonita, mas infeliz no amor!

Não, não estou tendo nenhuma crise de falta de humildade. Acontece que hoje me pararam na rua, seguraram firme o meu pulso e me jogaram essa frase:
- Você é bonita, mas infeliz no amor!
Eu fui, certamente, mais uma das milhares "vítimas" das ciganas do Viaduto do Chá. Até que demorou. Trabalhando por lá há um ano (Sim, um ano! Eu sobrevivi!), essa foi a primeira vez que uma delas conseguiu me segurar.
Nada mais fácil do que conquistar a atenção das pessoas se falar de amor. Principalmente com garotas jovens que são rotuladas de apaixonadas e sonhadoras, como se amor fosse a nossa única preocupação.
Confesso que sou sim, preocupada em envelhecer sozinha. Morro de medo de, quando todos meus fios de cabelos estiverem brancos, eu me encontre sozinha em um apertamento velho e frio...
...Mas desesperos á parte, tenho outra coisa á confessar. Sou infeliz no amor e tenho azar em jogos (perdi várias partidas de buraco no sítio da Cynthia!!)! Em um primeiro segundo, confesso que fiquei tentada a escutar as ladainhas daquela velha mulher, mas a razão foi mais forte e eu consegui com que ela me largasse. (Tô atrasada pro trabalho! Tô atrasada pro trabalho!).
E refleti sobre isso. Será que uma pessoa aos 20 anos e 10 meses e 12 dias, pode ser considerada infeliz no amor? Acho que não! Racionalmente falando, há muito tempo para as coisas acontecerem e convenhamos que, enquanto não encontro o cara certo, ando me divertindo bastante com os errados...(Ai ai "S"...Ai, ai, "P" - sem citar nomes, por favor! hahaha)
Mas fazia tempo que eu não atualizava isso aqui, então resolvi contar o fato mais agitado de hoje.
Num próximo post comento sobre carnaval.

Monday, January 29, 2007

Para refletir...

Na vida ninguém tem o sucesso que acredita, nem fracassa tanto quanto imagina. (Kipling).